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Lucas Di Grassi fala sobre a Fórmula E em São Paulo e o problema da Mahindra na África do Sul

”Se a gente conquistar um pedacinho do coração do brasileiro, já tá ótimo.”



Na última terça-feira (7), a Fórmula E organizou uma visita técnica no Sambódromo do Anhembi voltado para a imprensa, onde foi falado tudo o que será feito em termos de estrutura para a corrida que acontecerá no dia 25 de março.


Após a coletiva, o Entre Fórmulas conversou brevemente com o piloto Lucas Di Grassi, que após anos lutando para trazer uma corrida da categoria elétrica para o Brasil, finalmente verá isso se tornando realidade.


“A gente está tentando trazer essa prova para São Paulo faz muito tempo e também aproximar a Fórmula E do público brasileiro. Acho que a Fórmula E vindo para cá, com esse apoio que a gente tá tendo vai ser sensacional e estou muito feliz em poder participar dessa prova”, disse Di Grassi.


O piloto paulista está na categoria desde quando a Fórmula E não passava de uma simples ideia em um pedaço de guardanapo, por isso, ele vivenciou toda a evolução que ocorreu em menos de 10 anos. O avanço tecnológico, as mudanças nos carros que já estão na sua terceira geração, o interesse das montadoras e o crescimento de público ano após ano.


Agora, o objetivo é tornar a categoria mais conhecida entre o público brasileiro, uma tarefa que será realizada gradativamente. Lucas sabe que tem muitas barreiras a serem quebradas e que a categoria elétrica desperta mais atenção de um público mais jovem. Correr em São Paulo irá ajudar a trazer visibilidade e quanto mais vezes retornarem ao país, mais a curiosidade do público pela Fórmula E aumentará.


“A Fórmula E no Brasil é pequena, então, ter a prova aqui vai ajudar a promover, conquistar mais fãs e se a gente conquistar um pedacinho do coração do brasileiro que gosta de automobilismo, já tá ótimo. A Fórmula 1 está aí há muitas décadas e a Fórmula E será a primeira vez. Então, tem muito o que crescer ainda”, comentou.


Lucas também falou sobre os problemas que a Mahindra enfrentou no E-Prix da Cidade do Cabo, onde acabaram não participando da corrida por problemas na suspensão.


“A pista tinha muita ondulação e a nossa suspensão não foi desenhada para a Cidade do Cabo, porque a gente nunca correu lá. Usamos outras pistas como molde, mas a gente não esperava que lá tivesse tanta ondulação e isso entortava a suspensão, por isso, não corremos”, explicou Lucas.


Você pode conferir a conversa completa com o piloto da Mahindra em nosso canal no Youtube.



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